Pular para o conteúdo principal

Apenas 33 prefeituras maranhenses cumprem a Lei de Transparência. Presidente Médici não faz parte das parte das 33

Constatação foi feita após avaliação do Tribunal de Contas do Estado  (Foto: Reprodução/TV Mirante)

Após avaliação feira pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA), foi constatado que apenas 33 prefeituras e 2 câmaras municipais estão cumprindo as exigências legais com relação aos Portais da Transparência em todo o estado. O objetivo da avaliação é tornar mais efetivo o acompanhamento da transparência na gestão pública e contribuir com o controle social.


Os dados estão disponíveis no site do TCE-MA. Inicialmente, serão atualizados a cada três meses. (Veja quais prefeituras estão irregulares aqui)



As irregularidades vão desde a simples inexistência do Portal, a não disponibilização das informações no prazo de 30 dias até a publicação de documentos no formato PDF, prejudicando a integridade e disponibilidade da informação.



Na esfera estadual o cumprimento da chamada Lei da Transparência (Lei Complementar nº 131/09) por parte do Executivo Estadual,  Assembleia Legislativa, Tribunal de Contas,  Poder Judiciário e Ministério Público foi considerado satisfatório.



A avaliação do Tribunal levou em conta critérios como: a existência do Portal da Transparência; nome padronizado, obedecendo a estrutura: www.nomedomunicipio.ma.gov.br; informação  disponibilizada em tempo real -  não superior a trinta dias;  disponibilização da informação em relação aos critérios estabelecidos no Decreto 7.185/10, ou seja, se atende ao Padrão Mínimo de Qualidade estabelecido nesse Decreto.



Também houve, por parte do Tribunal, flexibilização dos critérios tempo real e padrão mínimo de qualidade em relação a legislação vigente, com objetivo de não prejudicar os municípios, possibilitando um período para adaptação e solução das dificuldades.

Do G1 MA

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Conheça a história do Outeiro, BR 316 em Presidente Médici e o Alferes Pedro Teixeira

Outeiro A montanha que já foi chamada de Outeiro da Cruz e hoje é simplesmente conhecida por Outeiro "pode" ter sido o "ponto final" que até certo tempo existiu quase esquecido do caminho original do alferes, tenente, capitão-mor, general e marquês de Aquella Branca Pedro Teixeira. Pedro Teixeira Relata o historiador maranhense Martins, Robson Campos, em sua obra "Turiaçu de Ontem e de Hoje", que "saindo o desbravador Pedro Teixeira da cidade de Belém em 5 de março de

Politica: RESISTÊNCIA POPULAR.

Diante das conjunturas políticas , que já são do conhecimento de todos, da nossa cidade Pres. Médici-MA,  na corrida eleitoral rumo a prefeitura em 2012! Vamos comentar os três Principais grupos políticos do nosso município.  Primeiro grupo : A atual Administração está no poder aquase 08 anos, e quer continuar com este projeto politíco hereditário. A família P. Holanda, está querendo garantir em 2012 mais 08 anos de Administração e no fim ficar mais 08 anos ou seja 24 anos seguido no poder, pela mesma família. Nesta Atual administração vemos que quase nada tem mudado na Saúde, na Educação cada dia pior, as poucas obras que tem 95% obras federais, também temos visto que só a família tem se destacado econômicamente,  não podemos contribuir com o continuísmos hereditário. Segundo grupo:   É uma expansão territorial Romano, é o grupo do atual Deputado Estadual Hemetério Weba que já comanda duas cidades, já teve no comando de outras cidades, já fez parte de administ...

Promotor da Justiça Eleitoral pede a cassação do diploma do prefeito de Presidente Médici e sua inelegibilidade por 8 anos

  O Ministério Público Eleitoral do Maranhão está pedindo a cassação do prefeito de Presidente Médici, Janilson dos Santos Coelho, o Dr. Caçula Coelho, na Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) nº 0600509-08.2024.6.10.0080, que tramita na 80ª Zona Eleitoral de Santa Luzia do Paruá. A ação foi movida pela Coligação “União e Reconstrução” (PP/PL/União), que denunciou a prática de abuso de poder econômico, captação ilícita de sufrágio (compra de votos) e uso indevido de bens públicos durante as eleições de 2024. As provas apresentadas nos autos são contundentes. Testemunhas relataram ter recebido R$ 3.000,00 em troca de votos, com negociação feita diretamente com o investigado e intermediada por uma vereadora. Comprovantes de transferências via Pix e atas notariais foram juntados ao processo. Além disso, testemunhos confirmaram o uso das dependências da própria Prefeitura Municipal para atos de campanha, a distribuição sistemática de alimentos na residência do candidato e a ci...