Durante entrevista ao programa Ponto Final, da Rádio Mirante News FM (104,1), desta quinta-feira (20), o secretário adjunto de Estado da Agricultura Familiar (SAF), Ricarte Almeida, falou sobre as expectativas para a segunda edição da Feira Mulher da Agricultura Familiar.
“A expectativa para o evento é a melhor possível. As trabalhadoras rurais, as produtoras, estão se mobilizando de maneira muito animadora para a realização dessa segunda feira. Como você falou, Jorge Aragão, a primeira feira já foi um sucesso, um sucesso extraordinário. Você levar uma feira de agricultura familiar para dentro de um shopping center, isso causa uma repercussão positiva para ambos os lados. Tanto para as agricultoras que se sentiram contempladas, incluídas, prestigiadas, quanto para as pessoas que frequentam o shopping. Porque se você se deparar ali, num shopping, com alimento saudável, fresquinho, artesanato de origem social, de origem ambiental, isso faz um efeito extraordinário. Tanto é que a organização do São Luís Shopping se manifestou interessada em fazer a segunda, a terceira. E assim, é uma parceria que está se construindo e a gente acredita que essa feira ainda será de maior sucesso do que a anterior”, afirmou Ricarte Almeida.
Mais de 30 mulheres rurais vão comercializar seus produtos durante a 2ª Feira Mulher da Agricultura Familiar, que acontecerá de 27 a 30 de março, no São Luís Shopping. O evento é uma realização do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura Familiar (SAF), com apoio do shopping.
A feira visa valorizar e fortalecer o empoderamento feminino das agricultoras familiares, proporcionando oportunidades de negócios, geração de renda e visibilidade ao trabalho dessas mulheres.
O evento contará com exposição e comercialização de produtos da agricultura familiar e da economia solidária, incluindo alimentos e artesanatos produzidos por mulheres que representam cerca de 20 empreendimentos do campo e da economia criativa.
Além da exposição e venda de produtos, a Feira Mulher promoverá debates e reflexões em rodas de conversa, a partir das 15h, abordando temas como: geração de renda e organização coletiva de mulheres; juventude feminina e sucessão rural; acesso a políticas públicas e violência contra a mulher no campo.
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